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terça-feira, 14 de maio de 2013

Celulares que mudaram o mundo



A revista Wired elaborou uma lista interessante e eu resolvi trazer para vocês. Eles fizeram uma lista dos celulares que mudaram a história da telefonia mundo afora. Claro que o mercado norte-americano tem destaque na lista, uma vez que o celular meio que nasceu por lá.

A lista feita por eles é baseada na relevância das inovações e não no número de vendas. Por isso, sentiremos falta de alguns ‘hits’, como o  StarTAC e o Nokia 1100, aquele da lanterninha.

DynaTAC (1983)

Martin Cooper fez história nas telecomunicações quando fez a primeira chamada de celular há 40 anos. O engenheiro da Motorola, empresa pioneira do setor, ligou para seus colegas da concorrente Bell Labs. Uma década depois, em março de 1983, a Motorola lança o DynaTAC. Ele foi o primeiro celular disponível comercialmente. Uma curiosidade: o evento de lançamento do DynaTAC aconteceu em abril de 1973. O aparelho se assemelhava aos utilizados pelos militares em campo. O tamanho? Enorme! Um verdadeiro tijolo! O preço? 4 mil dólares!


Motorola MicroTAC (1989)

Ah, o flip! Celular tinha que ter flip. A Motorola institui essa peça no modelo MicroTAC, o aparelho que representa a tentativa da empresa em deixar o telefone celular mais leve e mais prático. Foi um sucesso por aqui anos depois.






Nokia 3210 (1999)

O Nokia 3210 foi, para muitas pessoas (na griga, claro), a porta de entrada para a telefonia móvel. Ele foi um dos primeiros a dobrar a antena no interior do aparelho. O aparelho da Nokia permitia rejeitar ligações, colocar a chamada no viva-voz e jogar ‘Snake’, aquele jogo da cobrinha. Ah, era possível trocar mensagens, uma novidade para a época. Lá fora, foram vendidas 160 milhões de unidades desse aparelhinho. Aqui no Brasil, o sucesso veio com o ‘filho’ dele, o Nokia 3310.


Sony Ericsson T68I (2002)

O T68i é considerado pela revista Wired uma ponte entre os telefones comuns e os smartphones. Ele vinha com características inovadoras como a troca de dados por bluetooth, navegação WAP e e-mail. Ah, a tela era colorida. James Bond usou um no filme ’007 – Um Novo Dia para Morrer’. Por aqui, não fez tanto sucesso, já que a Nokia dominava o mercado de telefonia móvel.




Danger Hiptop/Sidekick (2002)

Nos Estados Unidos, existiam dois smartphones tops de linha. O BlackBerry, para os executivos. E o Sidekick, para os jovens. Ele tinha um teclado Qwerty (aquele completo) e uma tela retrátil enorme para a época. Era exclusivo da operadora T-Mobile e, por isso, não veio para cá. O toque do Sidekick entrou para a história no filme ‘O Diabo Veste Prada’.


BlackBerry 6210 (2003)

O BlackBerry 6210 era um item indispensável para o mundo dos negócios. Criou, lá fora, uma geração de pessoas viciadas em trocar e-mails pelo telefone.








Treo 600 (2003)


A Palm, empresa líder em computadores de bolso (os ‘palmtops’) lançou o Treo, uma mistura de computador e celular. O modelo Treo 600 vinha com câmera, leitor de MP3 e um sistema operacional com capacidade de instalar aplicativos. Ah, e um teclado qwerty. Mais completo, impossível!




Motorola RAZR  (2004)

O Razr, da Motorola, foi o primeiro telefone do tipo ‘sonho de consumo’. Era fino (de fato) e elegante. Vendeu 130 milhões de unidades. Fez muito sucesso aqui no Brasil com o modelo V3.





Motorola Rokr (2005)

Antes mesmo do iPhone, o Rokr vinha com o iTunes. Era feio, lento, e branco (cor esquisita para a época). Mas foi um marco porque abriu a porta para que um telefone tivesse um leitor de mídia independente da operadora de telefonia. Você comprava músicas pelo iTunes, ligava o celular no PC e, bingo!: eis um celular com iPod!






Nokia N95 (2007)

Em 2007, era o N95 o sonho de consumo de qualquer viciado em gadgets. Vinha com GPS, uma câmera de 5 megapixels com flash e um design elegante. A tela grande deslizava para um lado e revelava um teclado numérico. Deslizando para o outro lado, revelar botões de mídia que controlavam o player de MP3.


Apple iPhone (2007)

Olha, eu poderia não escrever nada sobre ele. Afinal, o iPhone ainda é o ‘it phone’ da atualidade. Sabe o que a Apple fez? Colocou tudo que havia de mais funcional e colocou em um único aparelho. Foi o suficiente para mudar o mercado. No início, a loja de aplicativos não tinha aplicativos. Também não permitia copiar e colar textos. Mas tudo isso foi resolvido e o resto é história.





HTC Dream (2008)

Sucesso nos Estados Unidos, onde era comercializado como o nome G1 – não confundir com o portal de notícias – foi, nada mais nada menos que o primeiro celular Android do mercado. E o primeiro grande concorrente do iPhone. O sistema do Google, o Android, é responsável por 51% do mercado norte-americano de telefonia móvel.

Fonte: Mundo DSE

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Experiências militares


Acho que você já viu alguns filmes que mostram uma experiência militar realizada com soldados, não é mesmo? Caso você não se lembre, basta lembrar do filme do Capitão América, onde é realizado um desses experimentos, ou então de X-men, quando Wolverine é submetido a uma inserção de adamantium em seu corpo. No post de hoje, vamos mostrar que esses experimentos fictícios não surgiram do nada e que foram inspirados por muitos outros. Confira alguns deles:

Queda livre


Lá no inicio da Força Aérea, havia uma dúvida: como um piloto poderia sobreviver caso seu avião fosse abatido e ele tivesse de pular? Graças ao capitão Joseph Kittinger, eles descobriram como e por isso temos todos os aparatos que temos hoje. Durante os testes que felizmente deram certo, o capitão quebrava seu próprio recorde, sem falar que quase quebrou a barreira do som e que teve de suportar uma temperatura de cerca de – 70°C!

Sexto sentido


Sabe quando a gente percebe que tem alguém nos seguindo? Pois bem, os EUA tentaram fazer uma geração de super-humanos, mas sem sucesso, mesmo gastando vinte milhões no projeto cujo objetivo era detectar e descrever estruturas militares dos inimigos.

Vacina de Plutônio


Quando os materiais radioativos foram descobertos, eles acabaram fazendo mais “sucesso” do que deveriam, como por exemplo a bomba atômica e esta tal vacina. Ao contrário do que uma vacina é, esta tinha o objetivo de descobrir os efeitos que o plutônio causava no ser humano e ver em quanto tempo ela desaparecia do corpo humano. Não é preciso nem dizer que houve efeitos colaterais indesejados e que os "voluntários" “sabiam” de tudo o que estava acontecendo.

Drogas


Sim, várias drogas começaram como um projeto militar, como, por exemplo, o LSD. A droga deveria deixar os inimigos alucinando e incapazes de lutar, e, de 1955 a 1972, muitos soldados fumavam, cheiravam e injetavam tudo que era novo, houve até mesmo a ideia de criar uma arma que disparasse alucinógenos.

Gás


Nos anos 70, a marinha americana foi pulverizada com alguns gases para evitar a contaminação por doenças entre os tripulantes, entretanto, mais tarde o projeto mudou e acabou resultando na criação do gás mostarda. É possível que alguns cânceres tenho sido resultado desse experimento.

Controle metabólico


Este é um projeto atual que busca aumentar as condições e resistências de soldados. Para se ter uma ideia, cientistas pretendem descobrir uma maneira para redirecionar o sangue, como muitos leões-marinhos já o fazem, entre outras coisas. O objetivo é tornar os soldados à prova de morte, fazendo com que eles mesmos lidem com infecções, temperaturas altas e baixas, e outras condições.

Soldados que não dormem


Acho que isso seria bem melhor para quem trabalha e estuda… O sono realmente às vezes atrapalha, mesmo sendo necessário. Agora, imagine o efeito do sono durante uma guerra, não seria muito desejável, por isso, já foram inventadas drogas que deixam uma pessoa acordada por cerca de 40 horas, além disso, há um estudo que quer deixar o cérebro ativo através do eletromagnetismo.

Fonte: Mundo Geek

domingo, 12 de maio de 2013

Curiosidades sobre a Nintendo



  1. Os maiores sucessos de games que rodaram nos videogames da Nintendo (Mario, Pokemom e Zelda) venderam um total de 550 milhões de cópias originais. Isso daria para fazer uma pilha de 10 km de comprimento
  2. Muitos gamers da geração do Playstation 2 podem achar que os jogos antigos eram bobinhos e fáceis pela qualidade dos gráficos. Mas, por exemplo, os gamers mais antigos chamam os jogos dificeis de hoje em dia de "Nintendo Hard" em referência a dificuldade que era jogar os games antigos. Obs: Esse termo é muito mais comum nos EUA do que no Brasil
  3. Um dos sucessos da Nintendo, o "MegaMam", só usa a cor azul pois o Nintendinho tinha limitadas cores para exibi-lo
  4. Na primeira aparição de Mario nos consoles ele dividia a atenção do jogo junto com um dos personagem de um game bem famoso também: "Donkey Kong"
  5. Em um dos jogos de Zelda, se faz uma pequena lembrança aos irmãos Mario e Luigi. Aparecem dois personagens bem parecidos com eles ao decorrer do jogo
  6. O Wii foi vendido mais vezes do que o Nintendinho. Logo atrás aparece o Super Nintendo. Nos portáteis o mais novo também já superou o mais velho: O Ds já superou o GameBoy em número de vendas
  7. A Nintendo já declarou que vai ter um prejuízo em torno de 200 milhões com o recente (mas nem tanto) lançamento do Nintendo Wii U. Isso porque só no ano passado que ela conseguiu lançar um console a altura do Play3 e do Xbox360 sendo que os fabricantes desses (Sony e Microssoft) já estão perto de lançar videogames novos. Ou seja, vão deixar a Nintendo "comendo poeira"

terça-feira, 7 de maio de 2013

5 tecnologias que estão nos deixando mais burros


     A tecnologia facilita a vida das pessoas, não há dúvidas disso. Mas será que todas as facilidades são 100% benéficas para nós? Há muitos estudos que dizem que os equipamentos e sistemas — criados para eliminar a necessidade de trabalho por parte de quem os está utilizando  — podem fazer com que o cérebro humano deixe de raciocinar com tanta eficiência como fazia em outros tempos.
     E não estamos falando de funções extremamente complicadas, mas de alguns itens cotidianos que realmente podem interferir em nossas vidas. Você deve conhecer alguns exemplos bem comuns disso, não é mesmo? Pois confira agora uma lista com os cinco maiores casos de tecnologias que nos desestimulam a pensar e veja se as suas apostas foram concretizadas. A escolha foi feita com base em um artigo publicado pelo Discovery News.

1. GPS


     Se você precisa chegar em algum lugar, qual é a solução mais viável? Alguns podem pegar mapas, outros calculam as rotas automaticamente pelo Google Maps e um terceiro tipo de pessoa prefere utilizar os aparelhos de navegação por GPS. Qual dos perfis descritos tem menos trabalho para chegar até onde desejam? Acertou quem escolheu os donos de GPS.
Sem precisar de cálculos prévios, tudo o que o motorista precisa fazer é dirigir seu carro e seguir as instruções do pequeno aparelho. Toda a “Memória de Navegação Espacial” fica adormecida nesse caso, fazendo com que um setor cerebral que trabalharia no momento seja completamente inutilizado por algum tempo.
     Tudo isso é relacionado ao hipocampo, que ao ser atrofiado também pode influenciar na aparição do Mal de Alzheimer. Um estudo realizado no início dos anos 2000 ainda mostra mais um fator relacionado a isso. Analisando o cérebro de várias pessoas da Inglaterra, chegou-se à conclusão de que os taxistas londrinos tinham o hipocampo maior que o de outras pessoas.

2. Calculadora


     Calcule: (4x + 12).(4 + 3x). É uma conta relativamente simples que exige poucos passos para ser resolvida, mas há muitas pessoas que preferem utilizar uma calculadora para chegar aos resultados. Em operações matemáticas mais complexas é aceitável a utilização de artifícios que tornem o processo mais simples, mas o problema é que isso tem se tornado um hábito ruim.
     É comum vermos pessoas utilizando as calculadoras para somas muito simples, somente pelo fato de que é mais cômodo. Quando se torna necessário fazer alguma conta de cabeça — ou mesmo com papel e caneta —, a dúvida chega bem antes da solução.

3. Smartphones


     Tudo o que precisamos para nossas vidas está nos smartphones. Compromissos podem ser marcados e anotações criadas sem que precisemos escrevê-las — basta copiar e colar os dados desejados. Distrações, então, existem às dúzias. Tudo isso fica ao alcance dos dedos e não demanda qualquer esforço para ser acessado.
     E toda a demanda que levamos aos eletrônicos é deixada de lado em nosso próprio cérebro. Por isso, estudos apontam que a utilização dos smartphones faz com que memória e velocidade de processamento das informações acabem sendo prejudicadas. Por isso, se você já está demorando muito para se lembrar de um ou outro item, é bom ficar atento.

4. Corretor automático


     Você acha que utiliza muito do seu cérebro quando está escrevendo? E prefere escrever à mão ou digitar? Segundo um estudo publicado pela BBC, se a sua opção for a segunda, é melhor desligar o corretor automático de seu computador ou portátil. Há claras evidências de que os corretores fazem com que as pessoas escrevam com menos preocupação quanto à grafia, pois, se houver algum erro, ele será corrigido.
     Depois de serem analisadas 2 mil pessoas no estudo, chegou-se à conclusão de que a correção automática pode causar prejuízos visíveis à capacidade de soletração e grafia. Como o Discovery News lembra, o lado bom é que 96% dos entrevistados afirmaram reconhecer a importância de grafias corretas.

5. Multitasking


     O Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres publicou, em 2010, um estudo revelando que a constância em multitarefas pode ser mais prejudicial ao QI humano do que o consumo de algumas drogas, como a Cannabis sativa. O mesmo estudo ainda foi utilizado para revelar que as pessoas com muitas tarefas simultâneas podem acabar com desempenho inferior ao de pessoas com privação do sono.
     O cérebro travou? 
     A conclusão a que chegamos nesse ponto é de que é mais indicado fazer uma tarefa de cada vez do que tentar fazer muitas ao mesmo tempo. Isso pode ser benéfico não apenas ao seu cérebro em longo prazo, mas também aos resultados imediatos, pois a atenção redobrada a uma única função pode ser realmente um ponto positivo.

.....

     Você já havia pensado que esses avanços tecnológicos poderiam ser prejudiciais ao cérebro humano?  E você consegue pensar em outro item da atual tecnologia que possa fazer com que as pessoas fiquem menos inteligentes?

Fonte:  Tecmundo

Inventos brasileiros que mudaram o mundo


     Aprendemos na escola histórias sobre os grandes inventores e o surgimento de máquinas como o telefone, a lâmpada e o telégrafo, entre outros. A lista geralmente é dominada por pessoas nascidas nos Estados Unidos ou na Europa, com a óbvia exceção de Santos Dumont, que concebeu o avião. Mas a verdade é que existe uma prolífica lista de brasileiros que inventaram de tudo. Desde engenhocas malucas até invenções importantíssimas para a evolução humana, como a abreugrafia. Sem falar em produtos comuns ao nosso dia-a-dia, como o cartão telefônico ou o escorredor de arroz. Conheça algumas destas fantásticas criações Made in Brazil.

Avião


Esqueçam aquela velha história, contada pelos norte-americanos, de que os irmãos Orville e Willbur Wright inventaram o avião. Eles, de fato, construíram uma aeronave em 1903 (três anos antes de Santos Dumont apresentar seu 14 Bis). No entanto, a dupla utilizou uma espécie de catapulta para fazer seu invento decolar. O brasileiro, ao contrário, usou um motor a combustão para fazer voar um aparelho mais pesado que o ar. O fato de ter realizado o voo inaugural em Paris, diante de um grande número de pessoas, só reforça a sua condição de grande pioneiro da aviação em todo o mundo.

Abreugrafia


Sim, as radiografias foram inventadas por um brasileiro. O médico Manuel de Abreu pesquisou durante muitos anos uma forma de radiografar órgãos do corpo humano. Suas pesquisas deram resultado em 1936, quando criou o sistema que permitia “fotografar”, por meio de chapas radiográficas, os pulmões. Isso propiciou que o diagnóstico de doenças como a tuberculose fosse muito mais rápido. Se hoje temos equipamentos modernos como tomografias computadorizadas e outras engenhocas, devemos isto a este grande inventor, que chegou a ser cotado para ganhar o prêmio Nobel de Medicina, em 1950. Por ironia do destino, o famoso pneumologista morreu em 1962, de câncer de pulmão.

Rádio


A patente da invenção do rádio está devidamente creditada ao italiano Gugliermo Marconi. No entanto, anos antes dele, um padre brasileiro havia feito a primeira transmissão da voz humana por meio das ondas radiofônicas. Roberto Landell de Moura era uma espécie de Professor Pardal e um belo dia resolveu levar a sério as experimentações com ondas eletromagnéticas. Em 1894, ele conseguiu transmitir um comunicado por vários quilômetros na cidade de São Paulo. No entanto, sua invenção foi vista com desconfiança. Muitos religiosos o acusaram de praticar feitiçarias e, por isso, seu trabalho não teve a visibilidade que merecia. Somente depois de muitos anos conseguiu patentear seu equipamento, no Brasil e nos Estados Unidos. Mas já era tarde.

Balão estático


Pelo visto, ter padres inventores é uma antiga tradição nacional. Além de Landell de Moura, outro religioso nascido em terras tupiniquins foi pioneiro em uma invenção importantíssima. Nascido em Santos (SP), Bartolomeu de Gusmão se mudou para Portugal no início do século XVIII. Ali, ele observou uma bolha de sabão e teve um estalo: o ar quente é mais leve que o ar exterior e seria possível criar um veículo que pudesse levitar tendo este conceito como princípio. Em 1709, criou a “Passarola” e o exibiu para a corte portuguesa. O público, estupefato, viu o aparelho movido a ar quente subir a quatro metros de altura.

Urna eletrônica


Nos anos 1980, um juiz eleitoral de Santa Catarina decidiu investir em uma ideia genial: criar uma urna de votação eletrônica. Carlos Prudêncio contou com a ajuda do irmão, um empresário da área de informática. O aparelho foi utilizado pela primeira vez, de forma experimental, em 1989. Sete anos depois, foi implantado em larga escala pela primeira vez. Em 2000, o país realizou sua primeira eleição totalmente eletrônica. O sistema agilizou de forma espetacular a apuração de votos, um grande problema para um país de dimensões continentais e infraestrutura de transportes precária. Se antes a contabilização levava semanas e até meses, agora o vencedor era conhecido em poucas horas.

Cartão telefônico


Até os anos 1980, para fazer uma ligação telefônica em um orelhão, era preciso utilizar fichas metálicas semelhantes às moedas. Às vezes, era necessário um grande número delas, o que gerava incômodo. Até que o engenheiro Nélson Guilherme Bardini teve uma ideia revolucionária em 1978: criar um cartão feito de PVC, com um circuito elétrico em seu interior. Estava inventado o cartão telefônico. O invento se espalhou pelo mundo mas, curiosamente, só foi implantado de forma oficial em território brasileiro anos depois, em 1992. A invenção havia chegado em boa hora e serviu para modernizar as comunicações brasileiras, que estavam na idade da pedra à época.

Identificador de chamadas


Hoje em dia chega a soar como algo absurdo uma chamada telefônica anônima. Mas há 30 anos isso chegava a ser um problema, por causa dos incontáveis trotes. Foi para se livrar deles que o eletrotécnico Nélio José Nicolai, em 1980, criou um aparelho que permitia identificar de onde vinha a ligação. Ele batizou o invento de Bina (sigla para B identifica número de A), que em pouco tempo se espalhou pelo mundo. Mais de 30 anos depois, ele vem lutando na justiça para receber royalties das empresas de telefonia pelo seu aparelho. O homem, aliás, é um inventor de mão cheia: tem 40 patentes registradas no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

Walkman


Andar pelas ruas com um aparelho portátil que reproduz música é um ato tão banal quanto conversar. Hoje são os smartphones, sucedendo ao iPod e aos discman. Mas o avô destes aparelhos é o Walkman, rádio e toca-fitas portátil lançado pela Sony em 1979. O que poucos sabem é que o aparelho foi na verdade inventado por um alemão naturalizado brasileiro. A família de Andreas Pavel mudou-se para São Paulo quando ele tinha apenas 6 anos. Aos 27 anos, em 1972, criou o aparelho de som portátil, que batizou de stereobelt. Após anos de brigas judiciais, o inventor e a Sony acabaram entrando em um acordo, com a empresa reconhecendo a autoria do invento.

Soro antiofídico em pó


Antídotos contra veneno de cobras existem desde o século XIX. No entanto, alguns requisitos de transporte e armazenamento dificultam o acesso dos soros às regiões mais remotas, justamente onde são mais necessários. Em 2000, o veterinário Rosalvo Guidolin teve uma ideia genial para resolver o problema: criou a versão em pó do medicamento, que tem prazo de validade muito maior. De quebra, não precisa ser mantido em baixa temperatura, como a versão líquida. O produto já foi patenteado e está sendo produzido em São Paulo pelo Instituto Butantan, um dos mais importantes centros de excelência no assunto em todo o mundo.

Fonte: Sou Biruta

sábado, 4 de maio de 2013

13 logos com significados ocultos incríveis


Pergunte a qualquer profissional de publicidade e ele responderá: criar logos dá trabalho. O designer tem que levar em conta, entre outras coisas, as características da empresa, a mensagem que ela quer passar e o gosto do público. Por causa desta complexidade, muito desastre gráfico acaba acontecendo. Mas o desafio também faz surgir trabalhos muito bacanas. Vejam 13 logos legais que trazem significados nem sempre aparentes. Confira:

1. FedEx


Já reparou na seta escondida entre a letra “E” e “X” do logo da FedEx Express? Ela simboliza a rapidez dos serviços de entrega da empresa. O famoso logo foi desenhado por Lindon Leader, em 1994. O designer precisou fazer mais de 200 criações diferentes para chegar a este resultado final. Tanto esforço valeu a pena: o logo ganhou mais de 40 prêmios de design.

2. Sony VAIO


De primeira, este logo parece apenas utilizar uma tipografia moderna. Mas, na verdade, existe um significado por trás do desenho: as duas primeiras letras representam um sinal analógico e as duas últimas são os números 1 e 0, em referência ao sistema binário. Uma maneira legal de representar uma linha de notebooks voltada para a integração de áudio e vídeo, não?

3.Toblerone


A cidade de Berna (Suíça), conhecida por suas altas montanhas, é chamada também de “A Cidade dos Ursos”. A companhia de chocolate Toblerone, que fica na cidade, resolveu homenagear Berna usando esses elementos no próprio logo da empresa. É possível encontrar a silhueta de um urso na ilustração da montanha. Olhe bem!

4. Eight


Este logo, obra da agência londrina Stylo Design, foi criado com apenas um número: o 8. Repare como todas as letras do nome da marca surgem a partir da omissão de certas partes do número.

5. Northwest Airlines


Aqui são dois significados ‘escondidos’. Primeiro, o logo forma dentro do círculo as letras “N” e “W”. Além disso, há outra ideia menos aparente. O pequeno triângulo vermelho aponta para o noroeste (“northwest”, em inglês) se pensarmos no círculo como uma bússola.

6. ED – “Elettrodomestici -Home Appliances”


Esta é uma das criações mais legais. Dá uma olhada em como o designer conseguiu apresentar as letras “E” e “D” (iniciais da marca) e, ao mesmo tempo, formar um plug elétrico. Simples, mas genial.

7. Snooty Peacock


Esta loja de jóias que leva o nome de “Pavão Esnobe”, em uma tradução livre, conseguiu introduzir os dois conceitos da marca no logo. Encontrou o pavão? E a mulher com uma jóia no pescoço?

8. Amazon


A seta amarela do logo da Amazon não é apenas um sorriso. Ela também sugere que você pode comprar tudo, de “A” a “Z”, no site de vendas da empresa.

9. Carrefour


O logo do Carrefour é um dos mais famosos. Muita gente conhece a ‘surpresa’ escondida nele – a primeira letra da marca (“C”) no espaço em branco. Mas nem todo mundo sabe a origem deste design. Em francês, o nome da empresa significa “cruzamento”. A ideia do logo é justamente simbolizar essa palavra por meio de duas setas opostas.

10. Unilever


Uma das principais características da Unilever é a sua diversidade de produtos. Por isso, o logo preenche a letra “U” com símbolos que representam todos esses produtos e o que eles representam para os consumidores.

11. Hope for African Children Initiative


É um mapa da África? Sim. E seria uma ideia não muito criativa se fosse só isso, afinal é o logo da “Hope for African Children Initiative”, uma organização de apoio às crianças do continente. Mas você reparou nos dois perfis de pessoas se olhando?

12. Spartan Golf Club


Esse logo conceitual mostra um jogador de golfe durante uma tacada e a cabeça de um guerreiro espartano ao mesmo tempo. Curtiu ou achou ‘forçado’?

13. Fórmula 1


O truque deste logo é simples, mas bem feito: o número 1 oculto entre a letra F e as linhas indicando rapidez.